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FAQ - Perguntas mais Frequentes

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1. Ao comprar uma imagem de satélite, como fica a questão de Direitos Autorais/Copyright?

2. Onde encontro bons Treinamentos e Cursos em Sensoriamento Remoto?

3. Como comprar uma imagem de satélite?

4. O que é um "Quick Look" e para o que serve?

5. Que suporte escolher para uma imagem: digital ou fotográfico ?

6. É possível ler e utilizar uma imagem de satélite fornecida pela ENGESAT no AUTOCAD ?

7. O que é reamostragem e quais são as opções existentes e suas implicações?

8. NOTA TÉCNICA SOBRE FTP para Entrega de Arquivos Digitais.

9. O que é Banda Espectral?

10 . Posso publicar imagens de satélites que comprei na INTERNET , e sob quais condições ?

 

  

 

 

 

 

 



1 Ao comprar uma imagem de satélite, como fica a questão de Direitos Autorais/Copyright?
Quando o usuário adquire uma imagem de satélite, em termos gerais, ele obtém o direito de uso da informação adquirida, mas a imagem permanece propriedade intelectual do Provedor Primário da imagem (por exemplo a Space Imaging). A ENGESAT, na qualidade de Distribuidora ou Revenda Autorizada , está legalmente habilitada a distribuir comercialmente as imagens, pagando inclusive para múltiplas vendas de um mesmo dado o devido royaltie. A  informação geográfica, ou outra,  que  o usuário virá a extrair da imagem processada pelos sistemas analógicos ou digitais, é propriedade do usuário.Assim, o usuário não pode revender a imagem tal qual ele recebeu, sob pena de estar infringindo a legislação de Copyright. Está autorizado o repasse, pelo comprador,  para o cliente final  da imagem processada (carta imagem, classificação, ampliação em papel, imagem corrigida geometricamente, etc.) que é um produto derivado da imagem bruta.

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2 Onde encontro bons Treinamentos e Cursos em Sensoriamento Remoto?

Curso de Extensão em Geoprocessamento
NGEO - Núcleo de Geoprocessamento do DECiv/UFSCar
Universidade Federal de São Carlos
www.ufscar.br/~deciv/sig/cursosig.html

 

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3 Como comprar uma imagem de satélite ?

 

Se você já tem familiaridade com imagens de satélites, você pode indicar a órbita e ponto de interesse (Path e Row no caso do Landsat), o quadrante que recobre a sua área se for o caso, a época de interesse, as bandas que servem para a sua aplicação e demais detalhes técnicos relevantes, tais como nível de processamento, suporte e formato dos arquivos (raw, geotif, lan, etc) ou indicação do software que utiliza para o processamento das cenas. Se for um produto em papel, então indique se é P&B ou colorido, a escala, etc... Neste primeiro caso, o cliente se responsabiliza pela localização da área de interesse e pelas especificações ditadas na sua solicitação.

A ENGESAT responderá a sua consulta oferecendo:

  • Dados de seu acervo de mais de 35.000 cenas,  em entrega imediata, e preço reduzido (50% do preço de tabela ou menos);
  • Dados no catálogo on line das estações de recepção que recobrem a sua área de interesse;
  • Possibilidades  de aquisição futura da imagem de satélite para o seu projeto mediante solicitação de  programação do satélite para sua área de interesse, dentro de suas especificações técnicas.

 

Se você não é especialista na escolha e no uso de imagens de satélites, você pode então indicar ao seu interlocutor na ENGESAT:

  • Coordenadas da área de interesse (pelo formulário de Consultas neste site), indicando o município, estado e, se achar necessário, algum ponto de referência (tantos Km desde a Cidade "A"... indo para a Cidade "B" , entre os Rio "C" e o Ribeirão "D" ...);
  • Aplicação prevista para a imagem a ser adquirida, tipo de informação que irá buscar extrair da imagem;
  •  Como pretende usar a imagem (no computador, em trabalho de campo, com software especializado ou por interpretação visual, ...);
  • Data/época de interesse.
     

Em ambos caso, você pode também indicar de qual orçamento dispõe, se é para uso comercial, universitário, pesquisa, pois isto poderá influenciar o nosso orçamento em seu favor!

Você receberá então, como resposta a sua consulta:

  • Um mapa de localização de sua área de interesse e das imagens oferecidas tal como o exemplo ao lado (exemplo com 68Kb):
  • Uma Proposta Técnica e Comercial (exemplo com 1,4Mb) que será a base de sua negociação com a ENGESAT, para definir todos os parâmetros que melhor convêm aos seus projetos. 

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 4  O que é um "Quick Look" , e para o que serve ?

O quick Look é um "retrato rápido" da imagem de satélite ou do produto solicitado, que é  geralmente elaborado a partir do dado bruto antes de qualquer processamento, amostrado em linhas e colunas,  para caber num arquivo compacto e leve, rapidamente transmitido por e-mail para o interessado, para simples visualização e conferência da posição da imagem e da eventual presença de cobertura de nuvens na área de interesse do cliente.

O Quick Look não retrata a qualidade técnica nem a resolução da imagem final. O Quick Look é fornecido sem custo para o cliente quando ele existe no catálogo da estação que recebeu a imagem ou quando a cena está no acervo da ENGESAT.

O Quick Look é útil em caso de névoas, ou pequenas nuvens ("pipoquinhas"), mas pode ser dispensado quando o catálogo informar que a cobertura de nuvens é 0%.

Exemplos:
(Clique sobre as amostras reduzidas para visualizar as imagens):



 

Quick Look de imagem CBERS, modo CCD, sobre a região de Angra dos Reis, adquirida em 03-05-2000

 

 

 

 

Quick Look de imagem CBERS, modo IRMSS na sobre o Mato Grosso, adquirida em 25-03-2000

 

 

 



Quick Look de imagem CBERS, modo WFI na sobre o Mato Grosso, adquirida em 25-03-2000

 

 

 

 

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5 Que suporte escolher para uma imagem: digital ou fotográfico?
A escolha final é do cliente, mas a nossa orientação é a seguinte:

 

Você precisa do digital (imagem num CD ROM, DVD-R a ler no computador ) se :

  • quer um dado bruto que você mesmo vai processar segundo os seus objetivos;
  • vai usar a imagem num GIS, por exemplo; 
  • já tem prática no uso de software de processamento de imagens;
  • quer um dado maleável que possa ser guardado indefinidamente;
  • quer fazer interpretação semi-automática ou automática, com um software de sua escolha;
  • quer usar o mesmo dado para vários temas, e várias interpretações distintas;
  • quer você mesmo fazer ampliações em papel (por plotagem, por exemplo); 
  • vai processar a imagem com outros dados, tais como outras imagens, vetores.

Você precisa do produto ampliado em papel (fotográfico, P&B ou colorido, numa escala determinada) se:

  • não tem prática ou segurança no uso de softwares;
  • vai fazer trabalho de campo; 
  • vai fazer uma palestra apresentando o projeto;
  • vai fazer uma análise puramente visual da imagem,
  • não se importa com o desgaste progressivo do produto pelo seu uso repetido;
  • quer um produto de primeira qualidade em papel fotográfico de grande tamanho;
  • quer somente um produto decorativo para um ambiente ou ilustrativo para um relatório.

A ENGESAT sempre oferece um ou outro suporte ao cliente, colocando geralmente um custo promocional para ambos (digital + papel) juntos no pedido, pois são complementares.

Consulte as especificações de cada tipo de produto nas paginas correspondentes deste site:

 

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6 É possível ler e utilizar uma imagem de satélite fornecida pela ENGESAT no AUTOCAD ?
Uma imagem comprada na ENGESAT em CD-ROM ou DVD-R no formato .TIF, com nível 7 de correção – registrada com orientação ao Norte – e coordenadas de canto (GEOGRÁFICAS e UTM) pode ser usada no AUTOCAD. Neste caso, peça a imagem georeferenciada a Norte, sempre, mesmo que seja somente com parâmetros orbitais, e com constrastes e filtragens, pronta para interpretação.

 

Oferecemos aqui DOIS MÉTODOS PARA SE INSERIR A IMAGEM. E as instruções para ler "manualmente" esta imagem em pano de fundo georeferenciado no AUTOCAD são as seguintes: 

MÉTODO 1

  • Inserir uma linha com as coordenadas inferiores obtidas do arquivo .DOC, ou seja canto inferior esquerdo e canto inferior direito (primeiro a coordenada E e depois a coordenada N);

Exemplo:

Command:  line
From point: 711293.1299,9758258.4037 <enter>
From point: 933908.1299,9758258.4037 <enter>

  • No menu INSERT, clicar na opção RASTER IMAGE, a qual permite a inserção da imagem .TIFF;
  • Clicar na opção ATTACH, definindo o diretório de origem do arquivo raster
  • Deve-se observar que a opção SPECIFY ON SCREEN deve estar ATIVADA (Angulo de inserção, ponto de inserção e fator de escala).
  • Ativar ENDPOINT (OSNAP). Clicar o primeiro ponto da imagem no canto inferior esquerdo, pois é a origem da imagem, arrastando o segundo ponto para canto inferior direito. Agora é preciso verificar as coordenadas dos cantos da imagem;
     

Quando salvar o arquivo no Autocad a imagem estará atachada neste arquivo. Porém caso mova a imagem de local (diretório especificado no momento da inserção) deverá especificar novamente o caminho refazendo o procedimento acima.

MÉTODO 2:

  • No menu INSERT do AutoCad, há a opção RASTER IMAGE, que permite inserir a imagem .TIF:
  • A opção ATTACH permite navegar e definir o diretório de origem do arquivo raster;
  • A opção SPECIFY ON SCREEN, deve estar desativada, e o ângulo de inserção, assim como o ponto de inserção devem ser 0. O fator de escala deve ser 1.
  • Com as coordenadas de canto, obtém-se a distância real que a imagem deve ter, ou seja a sua escala, assim como a suas coordenadas reais.
  • No AutoCad, com o comando DIST, pode-se saber o tamanho com que a imagem foi inserida e, então determinar com o comando SCALE, o tamanho real desta imagem (por exemplo, se a distância real da imagem é de 72.000m e esta está com 1, multiplica-se por 72.000, se está com 2 multiplica-se por 36.000);
  • Tendo a imagem com a escala correta, o último passo é colocá-la em sua coordenada verdadeira, usando o comando MOVE com o ponto da coordenada desejada.
  • O arquivo .TIF estará sempre associado à imagem, portanto quando se for mover o DWG, deve-se mover também o arquivo da imagem em formato .TIF, pois apesar de fazer parte do desenho não faz parte do arquivo.
  • Qualquer dúvida pode ser esclarecida através do telefone/fax da ENGESAT: 41 224-1617 ou por email  com  Taciana Vanucci, Gerente Técnica

As imagens de satélites fornecidas pela ENGESAT, quando explicitado pelo cliente que se destinam a serem usadas no AUTOCAD, são fornecidas com realces (contaste e filtragens) prontas para serem interpretadas. Porém, a visualização da imagem no AUTOCAD pode não ser perfeita pois o próprio software contem limitações, por não ser um software genuinamente de procesamento de imagens!

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7O que é reamostragem e quais são as opcões existentes e suas implicações?

 

São três os principais métodos de interpolação utilizados para a reamostragem dos pixels para a produção de uma imagem na estação a partir do dado bruto (nível 0) ou no georeferenciamento de precisão de uma imagem elaborado com pontos de controle de GPS ou extraídos em bases cartográficas ou topográficas.

a) - Alocação de vizinho mais próximo (Nearest Neighbour): O valor do nível de cinza a ser atribuído ao pixel corrigido (z) terá o mesmo valor do nível de cinza (contraste) do pixel que se quer encontrar mais próximo da posição original ocupada por z. É um processo rápido, de fácil implementação, não alterando os valores originais de cinza (contraste). Entretanto, podem ocorrer descontinuidades geométricas (lacunas de ordem de 1/2 "pixel" na imagem corrigida); A imagem poderá ficar, nos limites de áreas contínuas, ou nos lineamentos com aspecto "em escadinha". Porém, é o método recomendado quando a imagem resultante será usada para estudos rradiométricos, classificação automática, enfim, processamentos onde a radiometria da imagem deve estar minimamente afetada ou alterada....

b) - Interpelação Bilinear: o valor do nível de cinza a ser atribuído ao pixel z é determinado a partir do valor dos 4 pixels vizinhos. Possui maior precisão geométrica, desaparecendo as descontinuidades do método anterior. Entretanto, requer maior número de cálculos para determinar o valor de cada pixel de imagem corrigida. Altera o valor original dos níveis de cinza (contraste); é uma soluÇão intermediaria geralmente pouco usada.

c) - Convolução Cúbica: o nível de cinza a ser atribuído ao pixel z é determinado a partir de cálculos realizados numa matriz de 16 pixels na sua vizinhança. A qualidade da imagem resultante é nitidamente superior as duas opções anteriores pois os lineamentos e as beiras dos objetos ficam conservados, porem um pouco suavizados. Requer, no entanto, maior tempo de computação e provoca a degradação da qualidade radiométrica dos dados. O cálculo do novo valor digital do pixel corrigido é feito por média ponderada não linear. Para produtos que se destinam a interpretação visual, ou ampliação em produtos fotográficos, este método é recomendado.

Salvo especificação contrária, as estações e a ENGESAT produzem as imagens usando a Convolução Cúbica.

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8 NOTA TÉCNICA SOBRE FTP para Entrega de Arquivos Digitais.

 

FTP significa: File Transfer Protocol (Protocolo para Transferência de Arquivos)

Serve para transferir (copiar) arquivos de um computador para outro pela Internet. Se você transfere um arquivo de seu computador ou sua rede para um servidor web (qualquer provedor de acesso/hospedagem, por exemplo), você está fazendo um Upload. Quando o se "baixa" um arquivo, que é o processo inverso, a operação é chamada Download.

A ENGESAT oferece aos seus clientes a possibilidade de receberem por FTP os arquivos digitais referentes as imagens compradas, disponibilizando estes arquivos num local seguro que é acessado por um endereço de internet, nome de usuário e senha comunicado exclusivamente ao destinatário das imagens, ou seja o cliente.

Vantagens: é mais rápido que entrega em CD ROM, o cliente acessa o arquivo assim que ele está pronto e colocado a disposição, não há intermediários para entrega, é seguro, é mais econômico, pode ser feito a qualquer horário, podendo ser feito durante o período noturno.

MODO DE OPERAÇÃO

  •  A ENGESAT informa-se junto ao cliente sobre que tipo de conexão a INTERNET ele tem, que velocidade média de transmissão ele alcança. Tenha em mente que se ele usar conexão via MODEM, via de regra ela será lenta! Nestes casos, aconselha-se que o tamanho maior que ele venha a receber por FTP não ultrapasse 50MB, e mesmo assim, deve-se salientar que o arquivo demorará para baixar.
  • A ENGESAT faz uma estimativa do tamanho aproximado dos arquivos finais e informa ao cliente.
  •  A priori a ENGESAT decide se o FTP é possível. Somente não será possível se o cliente tiver uma conexão muito baixa e os arquivos forem muito grandes, pois, o tempo de Download será muito grande e as chances de dar errado serão maiores.
  • Depois de realizado o processamento, a ENGESAT coloca (Upload) os arquivos finais que antes eram gravados em CD ROM, num diretório protegido no servidor web ENGESAT.
  • E a ENGESAT comunica ao cliente final destinatário por email o endereço de internet com explicações de onde estão os arquivos, o nome de usuário e senha a usar para acessar este diretório protegido. Os arquivos ficam a disposição de 24 a 48h, depois são apagados... O cliente deve acessar os arquivos e baixá-los rapidamente! Caso ele tenha problemas neste processo, deve informar via e-mail a ENGESAT, para que os arquivos permaneçam por mais tempo no servidor. Caso contrário, ele corre o risco de ter os arquivos apagados sem que sejam substituídos ou colocados novamente a disposição. 

OBSERVAÇÕES

Existem clientes que possuem sua própria área de FTP. Mesmo assim, nestes casos a ENGESAT ainda prefere disponibilizar os arquivos em seu próprio servidor por razões de segurança e do suporte técnico que oferecemos.

Adotamos um processo de FTP que DISPENSA CONHECIMENTO TÉCNICO em transmissão de arquivos, assim como software específico para isso. Basta que o cliente tenha conexão e um Browser (Internet Explorer, Netscape Navigator, Mozzila, etc). Evidentemente se o Cliente quer usar um FTP Client (como o WS FTP, Cute FTP, etc), é perfeitamente possível e indicado também.

Se as imagens são enviadas por FTP não seguem por CD ROM/DVD-R! Aconselhamos que o cliente faça um back up dos arquivos que ele baixou  para conservar os arquivos brutos. Se o cliente apagar os alterar por processamento os arquivos brutos, a ENGESAT não poderá reproduzir o pedido e colocá-los novamente a disposição sem custo adicional.

Contatos para dúvidas sobre os procedimentos FTP: ftp@engesat.com.br

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9. O que é banda espectral ?

Muitas alterações de solo e de vegetação podem ser obtidas de uma imagem de satélite. Inclusive o estado do solo (úmido ou seco). Para isto é necessário uma boa interpretação da imagem e a seleção correta da banda espectral a ser analisada.

O que é banda espectral? Como a imagem de satélite NÃO é fotográfica e sim, resultante da sensibilidade a um determinado comprimento de onda, é preciso escolher a banda do espectro eletromagnético que ressalte as características de umidade na região imageada. Assim, por exemplo, as regiões úmidas nesta imagem poderão ser mais claras do que as secas, criando o destaque e a localização.

Para isso é necessário um conhecimento da "assinatura espectral" da água e de um bom intérprete de imagem de satélite. Além disso, quando se trata de imagens de satélite, sempre é necessária uma confirmação em campo sobre o que foi interpretado (amostragem de campo). Não se confia só na imagem...

Lembre também que as imagens são temporais. Portanto, o que é fato hoje, provavelmente não será em um curto espaço de tempo ... é o caso da umidade do solo.

Para mais detalhes sobre bandas, assinaturas espectrais, satélites, consulte:

Explicações gerais sobre satélites (Sensoriamento Remoto):
http://rst.gsfc.nasa.gov/Front/tofc.html

Assinaturas espectrais:
http://www.earthobservatory.nasa.gov/Library/RemoteSensing/remote_05.html

 


  

10.  Posso publicar imagens de satélites que comprei na INTERNET , e sob quais condições ?

Possibilidades de publicação de imagens na INTERNET: O caso do IKONOS.
Veja como proceder para usar e publicar as imagens  de satélites na INTERNET, seja para seus
aplicativos ou para ilustração.
Usaremos o caso do IKONOS que é bem documentado,  mais consideraremos que estas normas
se aplicam a todos os satélites comerciais disponíveis. 
- A Licença mono-usuario é suficiente.  
- Para ser publicada na INTERNET, a imagem de satélite deve estar no melhor dos casos na resolução
de 72 dpi em .JPG .  
- A imagem não  pode oferecer condições ao internauta de recuperar as caracteristicas de resolução
 espacial nem de georreferenciamento nativo.  
- Aplicam-se todos os outros direitos de copyright (nao distribuição, não revenda, citação de creditos, etc).  
Veja o extrato que trata do assunto no Guia de produtos IKONOS.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sendo assim, recomendamos aos nossos clientes a aplicação destas normas que oferecem grande possibilidades de publicação de imagens IKONOS e de outros satélites  na INTERNET, bastando para isto respeitar as normas vigentes.

 

 

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fonte da notícia: Engesat inserido por: Administrador
 
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